Secretaria Municipal de Educação de Mucambo.
“ Educação Cada fez Melhor”
APOSTILA COM ATIVIDADES PARA TRABALHAR
RECREAÇÃO E JOGOS.
1 – CAIXINHA DE SURPRESAS.
– Prepare-se uma caixinha com tarefas
engraçadas, fechando-a bem.
– Colocam-se os alunos sentados em círculo.
– A caixinha deverá
circular de mão em mão até um sinal dado, ou ao som de uma música, que pára
subitamente.
- Aquele que estiver com a caixinha no
momento em que é dado o sinal, ou em que a música para, deverá tirar da
caixinha uma papeleta e executar a tarefa prescrita.
– A brincadeira continua enquanto houver
papeletas na caixinha.
* 2 – ESCUTAR E PROCURAR
– O professor espalha umas cinco ou dez
pessoas pela sala.
– A seguir venda os olhos de um aluno,
que deve conhecer os nomes das pessoas espalhadas pela sala.
– Cabe ao aluno, de olhos vendados,
chamar pelo nome uma das pessoas da sala, e esta responderá.
– A seguir o aluno irá ao encontro da
pessoa que atendeu a chamada, procurando localiza-la e toca-la.
– Se após três chances não tiver
encontrado a pessoa chamada, a brincadeira continua com outro aluno.
3 – PROCURAR O PORCO
– O professor desenha no quadro ou numa cartolina um porco, ou gato ou vaca sem
rabo.
– A seguir chama um aluno a quem venda
os olhos, munindo-o com um recorte de papel, em forma de rabo.
– A tarefa do aluno consiste em colar o
rabo, com os olhos vendados, no seu devido lugar.
– Os participantes acompanham a
brincadeira com a torcida.
*4 – O CEGO JARDINEIRO
– Escolhe-se um aluno a quem cabe contar,
com os olhos vendados, o barbante no qual se encontra pendurada uma fruta
(laranja, maçã, pêra...)
– Após haver observado a localização da
fruta, vendam-se os olhos do aluno, e, munido com uma tesoura, cabe-lhe a
tarefa de cortar o barbante, com a fruta.
– Antes do inicio, o professor fará
girar duas ou três vezes o voluntário sobre si mesmo.
– Terá três chances, caso não conseguir
cortar o barbante, prossegue a brincadeira com outro aluno.
*5 – OS QUATROS CANTOS DA SALA
– Pede-se que quatro alunos se retirem
da sala enquanto é explicada a brincadeira.
– O professor explica ao grupo:
a) que é preciso encontrar uma figura imaginária para cada canto da sala;
b) a brincadeira será tanto mais divertida quanto mais engraçadas ou exóticas
forem as figuras imaginárias para cada canto. Por exemplo: num canto da sala um
grupo imagina que há soda caustica, num outro, um gambá, num outro, estrume de
vaca, e num outro um escorpião;
c) encarrega-se uma pessoa para anotar a figura imaginária em cada canto, e as
respostas que serão dadas pelos voluntários, assim que retornarem a sala.
– Chamam-se os voluntários a sala, e o
animador lhes explicará que o grupo se imaginou uma figura em cada
canto da sala. Os voluntários são convidados, um a um, a dizer para o grupo o
que fariam com cada figura imaginária, e a pessoa do grupo encarregada de
anotar as respostas as registrará para serem lidas no final.
– A brincadeira será tanto mais
engraçada, quanto mais engraçadas forem as figuras imaginárias, levantadas pelo
grupo. Assim, por exemplo, se alguém disser que dará de presente, ou para
comer, umas figuras imaginárias acima, mais gargalhadas explodirão dentre o
grupo.
6 – FUI À FEIRA
– Cada pessoa do grupo recebe um número.
– O animador começa: “Fui à feira e
comprei três dúzias de bananas” (ou qualquer coisa).
– A pessoa com o número 3 deverá
retrucar sem hesitação: “Três dúzias de bananas, não”. O animador: O que então?
O número 3: “Oito rosas. O número oito repetirá a seqüência com o número 3 e
assim por diante”.
– Quem se distrair ou quebrar a
seqüência, sai do brinquedo.
7 – GATINHO APAIXONADO
– O grupo sentado em qualquer disposição
é instruído sobre os efeitos de um gato apaixonado para conquistar a
companheira.
– Todos os presentes são gatos.
– O animador representará por primeiro o
gato apaixonado.
– Para fazer sua conquista ele tem
direito a se aproximar de qualquer pessoa do grupo, dar três miados caprichados
da maneira que ele quiser.
– A pessoa abordada deverá manter-se séria,
enquanto todos os demais podem rir e torcer pelo gato.
– Se a pessoa abordada rir, é prova de
que foi conquistada, passando então ela a ser o novo gato conquistador.
– O brinquedo prossegue enquanto houver
interesse.
*8 – RIMA FATAL
– O animador começa dizendo uma palavra.
– O seguinte deve dizer uma outra que
rimem com a primeira.
– E assim o farão os outros até que
alguém errem ou emperre, perdendo sua vez no grupo. Por exemplo:
Dinheiro-Marinheiro; vela-tela; mando...
9 – A VIAGEM
– Organiza-se um circulo com cadeiras.
– Os membros participantes ocupam os
assentos e o animador permanece, de pé no meio do circulo.
– O animador explica que irá contar uma
viagem de ônibus, e toda vez que disser”ônibus” todos deverão levantar-se, e
rodopiar diante de sua própria cadeira, sentando-se imediatamente. E toda vez
que, no decorrer da história da viagem, disser; “desastres” todos devem
levantar-se e mudar de assento.
– Ao dizer “desastre” o animador procura
ocupar uma das cadeiras, e a pessoa que não conseguir assento deverá prosseguir
a narração da viagem.
– O brinquedo prossegue enquanto houver
interesse.
10 – RISO SOLTO
– O animador com um objeto qualquer na
mão instrui o grupo.
– Vai atirar o objeto par o alto e,
enquanto este não tocar o chão, todos deverão rir e fazer ruídos.
– Quando o objeto atingir o chão, o riso
deve estancar, ficando o grupo sobre o efeito da repressão do riso.
– Quem explodir, pagará uma prenda, até
haver poucos participantes.
11 – O CORRETO
– organiza-se um círculo com doze ou quinze
cadeiras.
– Uma vez ocupadas às cadeiras, o
animador, de pé no centro do círculo, explica o funcionamento do brinquedo.
– Todos os membros participantes receberão
o nome de uma cidade.
– Cada vez que o animador disser o nome
de duas cidades, os ocupantes das cadeiras que correspondem as cidades mudam de
assento, e nessa mudança o animador procura ocupar umas das cadeiras.
– Toda vez que o animador disser: “As
cartas se extraviaram” todos trocam de cadeira, e procuram sentar-se, e quem
sobrar permanece no meio do círculo.
– Quem
ficar três vezes sem cadeira, é excluído do brinquedo, e o círculo diminuirá de
uma cadeira, toda vez que sai um participante.
12 – O MELHOR OBSERVADOR
– Escolhe-se um indivíduo ou divide-se o
grupo para adivinhar qual a modificação havida no outro, devendo por tanto se
ausentar do local enquanto a modificação é feita.
– Há
um período de observação antes da saída durante a qual haverá a modificação e
na volta um minuto para descobrir a modificação pelo menos em duas chances.
– A modificação pode ser na posição dos
indivíduos, nas vestes, nos sapatos, na fisionomia, em objetos, etc.
13 – A VIÁGEM DA TITIIA
– O animador começa: “Minha tia veio da
América e trouxe um rádio”.
– O seguinte diz: “Minha tia veio da
América e trouxe um rádio e um livro”.
– O seguinte diz: “Minha tia veio da
América e trouxe um rádio, um livro e um cavalo”.
– Assim sucessivamente, até que alguém
esqueça ou altere a seqüência, caso em que sairá do grupo.
14 - LETRA FATAL
– O animador começa dizendo uma letra.
– O seguinte acrescente outra e assim
sucessivamente.
– Sai do grupo aquele que acrescentar
uma letra formando uma palavra conhecida.
– Por exemplo: a, m, i, z, a, d. a
próxima letra formará palavra e, quem á acrescentar, perderá.
– Qualquer um pode dizer “impugno” ao
colega anterior quando achar que este, para fugir a letra fatal, acrescentar
uma letra que não leva a nenhuma palavra.
– O exercício continua enquanto houver
interesse.
15 – AGARRE O CHAPEU MÁGICO
(Outra variante)
– O animador aparece com um chapéu.
– Coloca-o na cabeça de outra pessoa,
esta é obrigada ceder o parceiro de danças.
– Cada qual tentará passar adiante o
chapéu.
– Aquele que é surpreendido com o chapéu
na cabeça quando termina o a música, sairá do brinquedo.
*16 – RESPOSTA SOCRÁTICA
– O animador aborda uma pessoa do grupo
e pede-lhe que responda as perguntas com palavras que comessem com qualquer
letra a ser indicada pelo animador.
– João: resposta com a letra R:
– Seu nome? Ricardo.
Profissão: Radialista.
Donde vêm? Rio.
Para onde vai? Ribeirão.
– Qualquer Hesitação na resposta (que
deve ser espontânea) ou resposta errada exclui o indivíduo do grupo.
17 – FRIO OU QUENTE
– O animador solicita para alguém se
ausentar da sala.
– Oculta-se um objeto qualquer a ser
depois descoberto por quem esteve ausente.
– Quem está procurando, orienta-se,
perguntando ao grupo: QUENTE? (estou me aproximando) e o grupo responde QUENTE
se dele aproxima e responde: FRIO se dele afasta.
– Há um número determinado de chances ou
perguntas de orientação.
– Só pode fazer seis perguntas e se não
tiver descoberto o objeto, pagará uma prenda ou sairá do brinquedo.
– Como meio de orientação para quem
procura, pode-se usar uma canção que o grupo todo conheça (atirei um pau no
gato); cantando forte se ele se encaminha para o objeto e menos forte se for
afastando do objeto até o objeto ser encontrado.
– Em vez de canto pode usar-se uma fita
gravada ou um CD.
18 – OS ASTRONAUTAS
1 – Escolhe-se mais ou menos cinco pessoas com as quais o grupo queira
divertir-se.
2 – Colocam-se no meio da sala em círculo, com pouco de espaço entre cada uma
delas.
3 – Elas representam os planetas da nossa galáxia.
4 – Instruem-se três “astronautas” um brasileiro, um americano e um inglês.
5 – Chega o primeiro astronauta, gira em torno do grupo,fazendo qualquer ruído,
passa entre eles algumas vezes.
6 – O animador pergunta, “ Que foi que você viu?” – “Não vi nenhum ser vivo nos
outros planetas”.
7 – Segue o segundo astronauta, repetindo a mesma coisa.
8 – Segue finalmente o terceiro astronauta, girando em torno do grupo, a quem o
animador pergunta: -“Que foi que você viu?”
9 – “Vi cinco trouxas com as mãos na cabeça”. – Dissolva-se.
40 – O JOGO DA SURPRESA
1 – O animador antes de iniciar o jogo, ao colocar: as cadeiras em círculo
colocarão em algumas cadeiras, por baixo do assento, uma papeleta.
2 – Em cada papeleta constará alguma atividade que deverá ser assumida pelo
ocupante da cadeira.
3 – Uma vez todos os participantes sentados, o animador pede que todos olhem
por baixo da cadeira para ver se encontra alguma papeleta.
4 – Os ocupantes das cadeiras que encontrarem uma papeleta deverá executar as
tarefas que ali estiver escrita.
5 – As tarefas a serem executadas podem ser, por exemplo: imitar um gato, um
galo, o salto de um sapo, cantar uma muziquinha, contar uma piada, etc.
6 – A brincadeira só termina após todos terem executado as tarefas.
41 – O JOGO DO EMBRULHO
1 – Todos os participantes encontram-se sentados em forma circular.
2 – O animador entrega um embrulho a um dos participantes que deverá passar
para frente, ao som de uma música.
3 – No momento em que a música fizer uma parada, quem estiver com o embrulho
deverá começar a abri-lo.
4 – Logo a seguir, a música recomeça, e o embrulho continuará circulando.
5 – Toda vez que a música parar, quem estiver com o embrulho continuará a
abri-lo.
6 – O exercício continua, obedecendo a mesma técnica, até o final.
7 – O último a desembrulhá-lo fiará com a prenda que estiver no pacote.
.
50 – UMA COMPANHIA AGRADÁVEL
1 – Enrola-se um pedaço de bolo ou um presente em vários papeis, e faz-se um
pacote de presente, amarrado com barbante.
2 – O pacote é entregue para um participante que tirar “seis pontos” com um
dedo.
3 – Começa por abrir o pacote, enquanto, seguindo o círculo, um outro tirar
“seis pontos”.
4 – O pacote passa para este, que continua abrindo, enquanto outros continuam
tirando o dedo.
5 – O seguinte que tirar “seis pontos”, recebe o pacote, e continua abrindo-o.
6 – A brincadeira continua, até que esteja todo aberto, e a pessoa que estiver
em posse do mesmo fique com o brinde.
51 – MARIA ORDENA
1 – Todos de pé, formando um círculo.
2 – Sempre que o animador expressar uma ordem, dizendo antes ou depois da mesma
“Maria ordena”, todos os participantes deverão realizar a tarefa.
3 – Se o animador mandar fazer alguma coisa sem dizer também “Maria ordena”,
ninguém deve atender. Caso isto aconteça, o que o fizer, sairá da brincadeira.
52 – A BRINCADEIRA DOS ANIMAIS
1 – Todos os participantes de pé ou sentados, formando um círculo.
2 – O animador explica que dirá no ouvido de cada um o nome de um animal, e ao
sinal dado todos deverão imitar o grito do animal que lhe coube imitar.
3 – A seguir, soprará no ouvido de cada participante o nome de um animal. (Na
verdade, o animador dirá no ouvido de cada um para ficar quieto, menos no
ouvido de um dos membros, talvez o mais esportivo ou gaiato, ele pede para
imitar um galo ou um bode).
4 – Uma vez que tiver passado a falar no ouvido de todos, o animador dirá que
cada qual procurará imitar com toda a força o grito do animal que lhe coube.
5 – E dirá: “atenção, um, dois, e já...!”.
53 – TRÊS É MULTIPLO DE TRÊS
1 - Todos de pé, formando um círculo.
2 – O animador, no centro do círculo, pede que cada um diga em seqüência um
número, sendo que aqueles que são múltiplos de 3 ou tiverem o algarismo 3 em
sua composição deverão ser omitidos e, no lugar do número, o participante dirá
“PUM”.
3 – Assim 1, 2, PUM, 4, 5, PUM, 7, 8, PUM,10, 11, PUM, PUM,14,...
4 – Aquele que se distrair e falar o número múltiplo de 3 ou contendo o
algarismo 3, sairá da brincadeira.
5 – Será vencedor do jogo quem agüentar até o final.
6 – Para facilitar a brincadeira, toda vez que alguém errar ou sair, o seguinte
iniciará novamente, a partir do número 1.
54 – BRIGA DE GALO
1 – Pedir ao grupo dois voluntários para a brincadeira.
2 – Colocar nas costas de um deles um papel com a palavra “briga”, e nas do
outro um papel com a palavra, ou melhor, a expressão “de galo” (sem que eles
saibam o que está escrito nas costas um do outro).
3 – Eles deverão esforçar-se para descobrir o que está escrito nas costas do
companheiro, sem deixar que este veja o que está escrito em suas costas e sem
utilizar as mãos que deverão estar cruzadas para trás. Observa-se que os
efeitos são idênticos a uma briga de galo.
55 – O CRIME
1 – Pede-se um voluntário no grupo que deverá sair da sala enquanto a
brincadeira é explicada ao grupo.
2 – O grupo, uma vez sentado em forma circular, recebe a seguinte explicação.
a) Para a realização da brincadeira, que chamamos de um crime imaginário, todos
representam uma “vogal” ou uma “consoante”. É vogal quando a pergunta formulada
começa por “vogal” e é consoante, quando a pergunta formulada for “consoante”.
b) O voluntário formula as perguntas, acompanhando o calculo, e as respostas só
poderão ser “sim” ou “não”. Não são aceitas perguntas que permitem duas
respostas.
c) A resposta será “sim”, se a palavra da idéia central da pergunta começar por
uma vogal, e for dirigida a uma pessoa que representa a “vogal”, e será “não”
se a palavra da idéia central da pergunta começar por uma consoante. Assim, por
exemplo, quando o voluntário perguntar se o crime foi pela manhã, e se a pessoa
interrogada for uma vogal, responderá “não”, porque a palavra que encerra a
idéia central (manhã) começa por uma consoante.
d) Como será um crime imaginário, o voluntário ficará num “beco sem saída”,
para recompor todo o crime, pois as respostas desencontradas não facilitam a
reconstituição.
e) Finalmente, após duas ou três rodadas, o animador explica ao voluntário de
que não existe crime algum, más só imaginárias.
3 – Após estes esclarecimentos feitos ao grupo, chama-se o voluntário para dar
inicio a brincadeira, dizendo simplesmente que se trata de um crime que deverá
desvendar, através de formulação de perguntas a todos os membros do grupo.
56 – MOISES NO DESERTO
1 – O animador diz para o grupo que ele representa Moisés no deserto.
2 – Começa a andar no meio do grupo e diz para uns quatro ou cinco membros
“Siga-me”.
3 – A pessoa convidada acompanha o “Moisés”.
4 – Feita a escolha de uns quatro ou cinco participantes, dirige-se ao meio do
grupo e diz “apresento-lhes os camelos de Moisés”.
57 – A CRUZ E O CIRCULO
1 – Um cego sentado sobre uma cadeira levanta-se e dá três passos e desenha
três círculos a giz, no chão.
2 – Retorna para o assento, e levanta-se, a seguir, e volta a dar os três
passos para desenhar uma cruz em cada circulo.
3 – A tarefa se repete com outros participantes, e será vencedor aquele que
conseguir desenhar uma cruz em cada circulo, ou aquele que executar a tarefa
mais próxima dos três círculos.
58 – A CRUZ DE LORENA
1 – O animador explica para o grupo que a brincadeira que irá realizar exige
bastante espírito de observação de todos. Tudo que fizer deverá ser repetido
pelos participantes, seguindo a ordem do circulo.
2 – A seguir traça uma cruz sobre a mesa, com um lápis ou caneta, dizendo:
daqui para lá, de lá para cá, fazendo ao mesmo tempo o gesto de traçar uma
cruz.
3 – Todos os participantes se concentram sobre o gesto de traçar o desenho em
forma de cruz, e não observam quando o animador troca a caneta ou o lápis da
mão direita para esquerda, passando-a para a pessoa da sua esquerda, a quem
cabe repetir o traçado da cruz e de passar para sua esquerda novamente a caneta
ou o lápis.
4 – Observa-se que todos sabem repetir o traçado da cruz, porém não observaram
a passagem da caneta ou do lápis de uma mão para outra.
59 – ALFÂNDEGA
1 – Todos sentados em forma circular.
2 – O animador explica que se trata passar ou não na Alfândega.
3 – A brincadeira começa com a pessoa sentada à direita do animador, que
formula uma pergunta, cuja resposta só poderá ser: “passa sim”; ou “não passa”.
4 – A resposta será: “passa sim”, se a pergunta se refere a alguma coisa ou
objeto usados, no momento, pela pessoa sentada à direita daquela que formula a
pergunta.
5 – A resposta será: “não passa”, se o vizinho da direita de quem formula a
pergunta não estiver com o objeto indicado ou não usar no momento.
6 – Assim, por exemplo: a pessoa sentada à direita do animador pergunta: “eu
passo na Alfândega com um relógio?” A resposta do animador: será: “passa sim”,
se o vizinho da direita de quem formulou a pergunta tiver usando relógio naquele
momento. Caso contrário, a resposta será: “não passa”.
7 – A brincadeira continua até que a maioria descubra porque uns passam e
outros não.
60 – ADIVINHAR A DATA DE NASCIMENTO
1 – O animador pede os participantes que multipliquem a data de seu nascimento
(dia do mês) por três.
2 – Acrescentar a este resultado o número cinco.
3 – Este resultado, multiplicar por quatro.
4 – Finalmente, acrescentar a este resultado mais uma vez o dia do mês de
nascimento.
5 – O animador, de posse desse resultado final, subtrai 20 e divide o resto por
treze, e terá a data do dia de seu nascimento.
6 – Exemplo: Pedro nasceu dia 23 de3 Maio. Segundo as indicações acima, temos:
23 x 3 = 69; e 69 + 5 = 74 e 74 x 4 = 296 e 296 + 23 = 319.
O 13 = 23 (que é o dia do nascimento¸animador
toma os 319 – 20 = 299 e 299 Pedro).
61 – ENFIAR A LINHA
1 – O animador forma dois subgrupos de participantes.
2 – A primeira pessoa de cada subgrupo recebe uma agulha e uma linha.
3 – A um sinal dado pelo animador, cada qual procura enfiar a linha na agulha,
passando para o vizinho, a quem cabe tirar a linha da agulha, levantando bem
alto a agulha e a linha, e passar para o vizinho a quem cabe enfiar a linha
novamente, e assim por diante.
4 – Será vencedor o subgrupo que terminar que terminar primeiro sua tarefa de
enfiar ou desenfiar a linha na agulha.
62 – MINHA MALA
1 – Todos sentados em circulo.
2 – Um começa: ’Eu levo na minha viagem uma mala “.
3 – O seguinte diz “Eu levo na minha viagem uma mala, um paletó”.
4 – Um terceiro diz “Eu levo na minha viagem uma mala, um paletó e um
guarda-chuva”.
5 – E a brincadeira continua, repetindo o seguinte o que já foi dito pelos
anteriores, e acrescentando mais um objeto.
6 – Quem esquecer a ordem dos objetos torna-se “dorminhoco”; dirá “dorminhoco”
e prossegue......
7 – A brincadeira continua enquanto persistir motivação.
¾ A mesma brincadeira pode realizar-se nomeando nomes de
pássaros, animais domésticos,etc.
63 – A CASA DO HOMEM DE MADEIRA
1 – Todos os participantes estão sentados em circulo.
2 – Por indicação do animador, seguindo a ordem circular, o primeiro diz: “Esta
é a casa do homem de madeira”.
3 – O seguinte diz: “Esta é a porta da casa do homem de madeira”.
4 – Um terceiro diz: “Esta é a fechadura da porta da casa do homem de madeira”.
5 – Um quarto continua, acrescentando no inicio, e repetem o que os outros já
disseram.
6 – A brincadeira continua enquanto houver motivação.
64- CONCERTO DE ANIMAIS
1 – O animador anuncia um concerto de animais.
2 – Todos em circulo, e o animador indica o animal que cada um deverá imitar:
gato, cavalo, vaca, sapo, etc.
3 – A seguir o animador, seguindo a ordem do circulo, pede que cada qual imite
o animal que lhe coube.
4 – Agora, sob o comando do animador, todos juntos imitarão o animal.
5 – A seguir todos se reúnam de novo, imitando a voz do animal, primeiro em tom
suave, aumentando depois de volume, aos poucos, para voltar novamente a
diminuir o volume.
65 – O INVERSO
1 – Os participantes da brincadeira encontram-se em pé, e o animador no centro
do circulo.
2 – O animador se dirige para alguém do circulo e diz, por exemplo: “É o meu
braço?”, e aponta para o nariz.
3 – A pessoa indagada responderá o inverso, isto é, dirá: “Este é o nariz”, e
aponta para o braço.
4 – Quem se enganar fará a vez do animador, no centro do circulo.
5 – A brincadeira continua enquanto houver motivação.
66 – TALITA PERDEU O CHAPÉU
1 – Carlos é “Talita” que perdeu seu chapéu, e os outros participantes recebem
um número: 1,2,3,4, e assim por diante.
2 – Talita começa, dizendo: “Talita” perdeu o chapéu, e está com “6”.E o número “6” responde: “Talita” perdeu o
chapéu e ele não está com “6”,
está com “4”.
3 – O número “4”
Continua dizendo: “Talita” perdeu o chapéu, e ele não está com “4”, está com: indica outro
número dos participantes.
4- Quem se enganar, sai do jogo.
67 – MEU AMIGO
1 – Meu amigo ¾Na cidade de Andradina.. Qual a sua profissão? ¾chama-se
Antônio. Onde mora? Andar a pé.¾Ele
é agricultor. O que ele mais gosta?
2 – O animador aponta para alguém do grupo , e, como na colocação anterior, o
nome do participante é Antônio.Assim ele respondeu todas as perguntas,
começando pela letra”A”, pois seu nome começa com “A”.
3 – A brincadeira continua, cabendo a cada participante responder as perguntas,
indicando o nome da cidade, a sua profissão, seu gosto, com a letra de seu
próprio nome.
68 – O CORO MUDO
1 – O animador pede a colaboração de um voluntário que se retira da sala.
2 – Durante sua ausência, o animador explica a brincadeira, que consiste.
a) todos devem levantar os dois braços sob o comando do animador;
b) com as mãos levantadas, todos devem desatar num alto choro;
c) a dado momento, quando o animador fechar sua mão, todos devem parar de
chorar;
3 – O voluntário entra, porém desconhece as regras da brincadeira.
4 – Sob a direção do animador, todos levantam os braços e as mãos, e começam a
chorar em alta voz.
5 – A dado momento o animador fecha suas mãos, todos param de chorar, menos o
voluntário.
6 – Toda vez que o animador abre suas mãos, todos recomecem o choro em voz
alta.
69 NA ÁFRICA
1 – O animador encontra-se no centro do circulo, e começa a contar uma
história.
2 – Toda vez que disser, no desenrolar da história, a expressão “na África”,
todos se levantam, e imitam os gestos feitos pelo animador (este, por sua vez,
fará alguns gestos com os braços, mãos ou pés,além de se levantar do assento).
3 – Se no decorrer da história o animador só se levantar, e não disser a
expressão: “na África”, ninguém pode se levantar, quem o fizer, sai da
brincadeira.
4 – E a história continua, assim como a brincadeira, até que perde a motivação.
70 – PÔR OVOS
1 – Todos os participantes sentam-se num circulo e o animador enumera-os, com
os números 1 e 2, alternadamente.
2 – Os números “1”
são as galinhas “2”
os galos.
3 – As galinhas dizem “gluck”, e os galos “gack” .
4 – Quando o animador disser “gluck”, todas as galinhas se levantem e se sentem
imediatamente.
5 – Aos poucos o animador acelere as ordens, e de repente só chama as
“galinhas” e logo após só os “galos”.
6 – O animador deve ficar atento para que só levantem após a chamada.
71 – ADVINHAÇÃO
1 – No inicio da brincadeira apresenta-se um voluntário dizendo ser capaz de
adivinhar o pensamento dos demais, e mesmo aquilo que acontece na sala, na sua
ausência (esta brincadeira supõe que o animador já esteja ciente do que se
trata, pois o voluntário e o animador já devem ter combinado entre si, antes da
recreação, o sinal ou senha a ser usada durante a tarefa).
2 – Uma vez fora da sala, o animador combina com o grupo que iria dar a mão a
um dos participantes, cabendo ao voluntário adivinhar a mão de quem se trata.
3 – Chama, a seguir, o voluntário, a quem explica o que combinaram na sua
ausência, e formula a pergunta: “Dei minha mão a fulano” (diz o nome de algum
participante). O voluntário só dirá sim quando a pergunta for: “Dei a mão a
fulano ?”.
4 – O animador só fará a pergunta certa, ou seja, só perguntará: “Dei a mão a
fulano”, e não “dei a minha mão”, quando se dirigir para pessoa certa, isto é,
a pessoa a quem apertou a mão.
5 – A senha acertada com o voluntário foi: quando a pergunta formulada for com
artigo definido a resposta é “sim”.
6 – A brincadeira prossegue com outros objetos, por exemplo relógio, caneta,
etc.
72 – EM NOSSA CASA
1 – O animador, no centro do circulo, da ordem que todos procurem imitar..
2 – Só serão imitadas as ordens que comessem com a expressão: “Em nossa casa” .
3 – Assim, por exemplo, o animador diz: “Em nossa casa todos põe a mão na
cabeça”.Neste caso, todos imitarão o animador. Se porém disser: “Todos andam
pela casa”, ninguém imitará, porque não disse: “Em nossa casa”.
4 – O animador começa dando ordens, inicialmente falando devagar e aos poucos
acelera as ordens.
5 – Quem se enganar sai da brincadeira.
73 – O TREM
1 – Forma-se um vagão de cadeiras, duas a duas, e os participantes todos
sentados.
2 – O animador permanece de pé, em frente a turma, e contará uma história
imaginária que tenha seqüência, na qual deverá aparecer a palavra: “trem”.
3 – Sempre que esta palavra “Trem” for pronunciada, todos deverão levantar-se e
trocar de lugar. O animador procura sentar-se igualmente.
4 – O que ficar sem lugar, assume o papel de continuador da história.
74 – LETRAS VIVAS
1 – O animador forma dois subgrupos. Cada subgrupo recebe as mesmas letras
colocadas nas costas de cada participantes.
2 – Com as letras é possível formar a mesma palavra, ou seja cada grupo deve
formar a mesma palavra com as letras colocadas nas costas de seus membros.
3 – Assim, por exemplo, a palavra”Laranja”. Uma vez colocada nas costas, todos,
sob o comando do animador,deverão procurar formar a palavra: “Laranja”.
4 – Será vencedor o subgrupo que por primeiro formar a palavra “Laranja”.
75.Tiro ao alvo
1. Dois ou mais participantes retiraram-se da sala.
2. Na ausência dos menos, faz-se no quadro um desenho qualquer com um ponto
central.
3. A seguir é chamado um de cada vez dos que se haviam retirado e se lhe pede
para observar bem o ponto central do desenho que deverá depois acertar com
olhos vendados.
4. Feito isso, se lhe venderão os olhos, a uma certa distância que deverá
percorrer de braço estendido e apontando com o indicador o alvo.
5. Enquanto isto alguém do grupo com uma caneca de pó de café usado, ou
farinha, se colocará em frente do desenho, à altura do alvo, de sorte que o
jogador coloque o dedo dentro..
6. A seguir, chama-se o segundo, e a brincadeira continua até que os
voluntários tenham todos passados.
76. SEMPRE O NÚMERO 37
1 . O animador afirma que, com qualquer calculo, sempre sairá o número 37
2. A seguir pede a um voluntário que pense um número qualquer.
3 – Penando este número, é preciso que seja multiplicado por 2.
4 – Depois de multiplicado por 2, deverá soma-lo com 74.
5 – O resultado da soma, a seguir, deverá ser dividido por 2.
6 – E finalmente subtrair o número pensado no inicio, do resultado da divisão
anterior.
77 – FORMAÇÃO DE UMA PALAVRA
1 – Um dos participantes diz uma letra do alfabeto.
2 – Um segundo, diz outra letra, e assim por diante.
3 – As letras devem formar uma palavra que tem sentido.
4 – Quem colocar uma letra com a qual não é possível formar uma palavra que
tenha sentido, sai do jogo.
78 – COMUNICAÇÃO NÃO VERBAL
1 – Quatro pessoas se retirarão da sala, enquanto isso o grupo escolhe uma cena
muda qualquer.
2 – A cena pode ser, por exemplo,esquematizar, como gesto,a forma de um
elefante.
3 – A seguir, faz-se entrar um dos voluntários a quem se apresentará a cena
muda,ou seja, o animador deverá representar com os gestos o formato de um
elefante.
4 – Cabe ao primeiro voluntário prestar bem atenção para a seguir adivinhar de
que se trata.
5 – A seguir entra um segundo voluntário a quem a repete a cena e logo a seguir
o terceiro e o quarto.
6 – No final, um a um deverá dizer o significado da cena muda.
7 – A brincadeira poderá ser feita com outras cenas mudas, assim por exemplo:
alguém embalando um neném imaginário, trocando-lhe as fraldas, colocando talco,
preparando-lhe e dando a mamadeira, adormecendo-o e pondo-o na cama.
79 - RAPIDEZ
1 – O animador escreve num quadro-negro os números de 1 a 25, em qualquer ordem,
procurando espalhar o mais possível os números.
2 – A seguir chama dois voluntários que deverão riscar os números seguindo a
ordem de numeração.
3 – Vence, quem primeiro riscar os números de 1 a 25, seguindo a ordem normal
dos números.
4 – Para que possam dois voluntários executar a tarefa, é preciso que o
animador escreva os números em cada metade do quadro-negro.
5 – Finalmente a tarefa é executada, chamando dois voluntários para apagar os
números, seguindo também a ordem normal dos números, ao apaga-los.
6 – Será vencedor quem por primeiro terminar a tarefa.
80 – PINGUE-PONGUE
1 – Numa mesa não muito grande coloca-se de joelhos, ao redor dois times, para
disputar um jogo de pingue-pongue a sopro.
2 – Os jogadores devem obedecer as seguintes regras:
a) Ninguém poderá apoiar-se na mesa;
b) Ninguém pode por as mãos na bolinha e nem na mesa;
c) Deverão todos ficar de joelhos, os braços cruzados nas costas,ao redor da
mesa;
d) Será ponto toda a vez que os de um time conseguirem fazer com que a bolinha
caia da mesa no lado oposto.
81 – BUSCA DE SAPATOS
1 – A brincadeira é feita com um grupo de oito ou dez participantes.
2 – O animador determine que todos descalcem os sapatos, colocando-os
amontoados, no centro do circulo.
3 – Todos retornam para o circulo, bastante aberto, e afastando do montão de
sapatos.
4 – A um sinal dado pelo animador, todos correm para o centro do circulo,
procurando seu par de sapatos, calçando-º
5 – Será permitido atirar para longe os sapatos dos outros.
6 – Será vencedor quem por primeiro calçar seu par de sapatos.
82 – TELEGRAMAS
1 – O animador mande que todos procurem escrever um telegrama, cujas palavras
comecem com a letra “R” ou outra letra qualquer.
2 – Será vencedor aquele que, dentro de três minutos, apresentar o seu
telegrama, iniciando com a letra indicada, e que tenha um sentido.
83 – CAIXA DE FÓSFOROS
1 – Solicita-se que dois ou mais competidores se apresentem no meio do grupo.
2 – Cada um receberá uma caixa de fósforos, que deverá ser aberta somente com
uma das mãos e, uma vez aberta, tirar um palito de fósforos e acende-lo.
3 – O primeiro que conseguir faze-lo será vencedor.
84 – JOGO DO CIRCULO
1 – O animador faz um circulo no meio da sala.
2 – Depois de dividir o grupão em dois subgrupos,vendam-se os olhos de todos os
participantes, que deverão permanecer fora do circulo.
3 - A seguir o animador ordena que todos se dirijam para dentro do circulo.
4 – Será vencedor o subgrupo que tiver maior número de participantes dentro do circulo.
5 – Caso a brincadeira se realizar dentro de uma sala escura ou a noite, será
desnecessário vendar os olhos dos participantes.
85 – MARCHA SOLDADO
1 – Todos os participantes encontram-se sentados em forma circular.
2 – O animador, de pé no centro do circulo, dá inicio a um novo circulo,
cantando: “Marcha soldado...”, com todo o grupo cantando.
3 – A certa altura chama com um gesto qualquer um dos participantes para que se
levante e entre na corrente.
4 – O animador, de vassoura na mão, dá um sinal, larga a vassoura e procura um
lugar para sentar-se, bem como os demais.
5 – O que ficar sem assento toma a vassoura e prossegue o jogo.
86 – PROCURA DA PALAVRA
1 – O animador pensa uma palavra, escreve no quadro-negro as letras desta
palavra desordenadamente.
2 – Quem por primeiro descobrir a palavra será vencedor da brincadeira.
87 - VAMOS VER O QUE DÁ
1 – Os participantes formam um circulo.
2 – O animador fica no centro do circulo e distribuirá um lápis e uma folha
para cada participante.
3 – Todos devem escrever a primeira frase de um fato (por exemplo, uma caçada).
4 – A seguir, o animador ordene que todos dobrem a parte escrita de maneira a
ficar oculto o escrito; a seguir passe a folha para o colega da direita.
5 – Em prosseguimento, todos deverão escrever a segunda parte da histórIa,
dobrando novamente o papel e passando-o ao da direita e assim sucessivamente
por quatro ou cinco vezes.
6 – A brincadeira terminará com a leitura dos fatos.
88 – A CAIXINHA DA MÚSICA
1 – Os participantes da brincadeira estão dispostos em forma circula.
2 – Ao som de uma música, vão passando de um para o outro, rapidamente, uma
caixinha contendo bilhetes com tarefas.
3 – O responsável pela música, de costas para o grupo, de tempo em tempo, para
a música.
4 – A pessoa que se achar com a caixinha na mão na hora da suspensão da música
deverá retirar um bilhete e executar no meio do circulo a tarefa que lhe coube
por sorte.
5 – Prossegue, a seguir o jogo, até o termino das tarefas.
89 – ADIVINHAÇÃO
1 – O animador pede que três participantes da brincadeira se retirem da sala.
2 – Na ausência dos três, forma-se um circulo, no qual todos devem modificar a
posição de alguma coisa pessoal. (Por exemplo: desabotoar a blusa, mudar a
posição do relógio, etc.).
3 – Os três ausentes são convidados, um a um, para entrar no circulo, cabendo a
cada um adivinhar as modificações realizadas nas pessoas sentadas no circulo.
4 – Será vencedor quem descobrir as modificações feitas.
90 – SAUDAÇÕES
1 – Dois ou três participantes saem da sala.
2 – No meio do circulo do grupo colocam-se 4 cadeiras para personagens
“ilustres”, mas invisíveis. (Por exemplo: um orangotango, a “miss” universo, o
Presidente de um pais).
3 – Chama-se o primeiro dos ausentes a quem se explica: nestes quatros cadeiras
estão os personagens ilustres aos quais você deverá saudar com as maiores da
reverencias.
4 – Feita a saudação, o grupo identificará as personagens colocadas em cada
cadeira.
5 – A seguir, chama-se o segundo participante ausente, e prossegue-se o exercício.
91 – QUEM SERÁ
1 – O animador venda os olhos de todos os participantes da brincadeira, ou pede
que todos fechem os olhos colocando as mãos diante dos mesmos.
2 – A seguir, o animador desloca os participantes, a tal ponto que ninguém
saiba mais quem é o seu vizinho.
3 – Um dos participantes é levado para fora da sala.
4 – A seguir desvenda os olhos ou manda abrir os olhos, e quem por primeiro
adivinhar o nome da pessoa ausente será vencedor da brincadeira.
92 – A CORRENTE ELÉTRICA
1 – Um dos participantes é convidado a sair da sala.
2 – Enquanto isso os demais combinam que será o eletrizado que ele deverá
descobrir colocando a mão sobre a cabeça.
3 – Em seguida os que haviam se retirado.
4 – O animador solicita que o mesmo descubra o eletrizado colocando as mãos
sobre a cabeça dos participantes.
5 – Ao encostar a mão sobre a cabeça do escolhido, todo o grupo dá um grito.
6 – Assim termina a brincadeira.
93 – CAMELO E CAMARADA
1 – O animador, seguindo a ordem do circulo, diz para os participantes, que
são: camelo, camarada, camelo, camarada, etc. até indicar todos os
participantes.
2 – A seguir, o animador começa por contar uma hestória que aconteceu na
África.
3 – Toda vez que na hestória aparecer o nome “camelo”, todos aqueles que são
“camelos” fazem uma grande inclinação com a cabeça e o corpo e toda a vez que
dentro da hestória se falar à palavra “camarada”, todos os que são “camarada”
inclinam a cabeça e o corpo.
4 – Cabe ao animador criar um certo suspense, para isso poderá simplesmente
dizer as letras iniciais: antes de pronunciar ”camelo ou camarada”: assim
ca-a-m...
94 – CAIXA DE FÓSFOROS E O NARIZ
1 – Dividem-se os participantes de duas colunas.
2 – Dispõe-se cada equipe em fila indiana.
3 – Cada cabeceira de fila recebe recebe uma tampa de caixinha de fósforos, que
será colocada na ponta do nariz e passada a diante, acolhida também pela ponta
do nariz do seguinte na fila, sem auxilio das mãos, e assim até chegar ao final
da fila.
4 – Será vencedor a equipe que primeiro terminar.
95 – SÓ UMA FRASE PERDOA
1 – Um dos participantes sai da sala.
2 – Na ausência do voluntário, o animador combina com os presentes que o
ausente é um criminoso. Só uma pergunta poderá perdoar o crime. Cabe ao
voluntário adivinhar esta pergunta.
3 – Assim que o voluntário retornar para o grupo, todos devem procurar imitar
tudo o que ele fizer e falar. Se perguntar:
“Por que vocês estão me imitando?”, ele será perdoado.¾
4 – O voluntário volta para o circulo, e o animador lhe explica que ele está
sendo acusado de um crime, só uma pergunta poderá perdoar seu crime.
5 – A brincadeira começa, e “Por que
estão me¾só termina quando o voluntário formular a pergunta:
imitando?”.
96 – ESTOURO DO BALÃO
1 – Escolhem-se uns oito ou dez voluntários.
2 – Todos receberão um balão de ar atado ao tornozelo.
3 – Cada um deverá cuidar do seu e ao mesmo tempo tentar estourar o balão do
outro com os pés.
4 – Será vitorioso aquele que conseguir estourar o balão dos adversários e
permanecer com o seu inteiro.
97 – CALÇAR A CADEIRA
1 – Escolhem-se dois voluntários.
2 – Com os olhos vendados, os dois voluntários no meio do circulo procurarão
calçar duas cadeiras com sapatos ou copos de papel, que se encontrem dentro do
circulo.
3 – Cada um procurará calçar a própria cadeira com os copos ou sapatos dos
companheiros, espalhados dentro do circulo.
4 – Será vencedor quem conseguir primeiro calçar os quatro pés de sua cadeira.
98 – VOCÊ LÊ A BIBLIA
1 – O animador pede que dois voluntários se retirem da sala, enquanto a
brincadeira é explicada para o grupo.
2 – Coloca-se, outra pessoa voluntária numa cadeira, coberta com um lençol ou
cobertor, e com um espelho na mão colocado um pouco a cima dos pés, escondido
debaixo do cobertor.
3 – A pessoa sentada na cadeira chama-se Noé.
4 – Um a um entram os dois voluntários. O primeiro a se apresentar deverá
ajoelhar-se diante de Noé e implorar-lhe em autos brados que lhe mostre um
animal feio e asqueroso.
5 – Depois de implorar três vezes, o animador abaixa a cabeça deste voluntário
que se encontra ajoelhado diante de Noé e levanta um pouco o cobertor até a
altura do espelho.
6 – Olhando no espelho, Noé atendeu a prece.
99 – MINHA TIA TROUXE
1 – O animador diz que sua tia veio da Europa e lhe trouxe um leque que faz
assim.
2 – Todos imitam, abanando-se com a mão.
3 – Uma bicicleta.
4 – Todos imitam: abanando, pedalando:
5 – Uma boneca.
6 – Todos imitam: abanando, pedalando e embalando (abanando com uma mão,
embalando com a outra, e com os pés, pedalando).
7 – E assim ir acrescentando outras coisas até estar com o corpo todo em
movimento.
100 – GINCANA
1 – O animador forma diversas equipes com igual número de participantes.
2 – Cada equipe escolherá aqueles que a representarão nas diferentes provas.
3 – Trata-se de cumprir tarefas, tais como: corrida com um ovo numa colher;
encher uma garrafa de água; enfiar a linha numa agulha; correr com os pés
dentro de um saco; encher um balão de ar; comer uma maçã, etc.
4 – Vencerá a equipe que conseguir maior número de pontos.
101 – JOGO DOS COELHOS
1 – Os participantes de mãos dadas, dois a dois, formam as tocas dos coelhos.
2 – Dentro de cada toca se coloca um participante, que é o coelho.
3 – O animador comanda o jogo e fica sem toca.
4 – Quando o animador gritar: “Trocar de toca”, todos os “coelhos” saem das
tocas e procurem entrar em outra toca.
5 – O que ficar se toca será a pessoa que dará o comando: “Trocar de toca”.
6 – E assim por diante, até a turma perder a motivação da brincadeira.
102 – UMA CAÇADA ORIGINAL
1 – O animador divide o grupo em várias equipes.
2 – Cada equipe escolherá o seu líder que receberá a lista de coisas que
deverão ser procuradas por todos os participantes da equipe num tempo
determinado (por exemplo: dentro de mais horas).
3 – Vencerá a equipe que conseguir maior parte das coisas solicitadas, em menos
tempo.
4 – As listas são iguais para todas as equipes.
5 – Exemplo de listas a serem pedidas:
Lista Nº 01 Lista Nº 02
a) 5 moedas de valores diferentes; a) um par de luvas;
b) um jornal com datas mais antigas; b) dez bolinhas de gude;
c) uma faca e um canivete; c) colar de fantasia ;
d) um batom; d) uma caneta-tinteiro;
e) um retrato do Presidente da República; e) um saca-rolha;
f) um abridor de garrafas; f) uma lata velha;
g) uma flor vermelha; g) cinco penas de galinha;
h) (cinco tampinhas diferentes de garrafas de h) um postal da cidade;
Refrigerante;
103 – COMO FAZ O COELHINHO
1 – Todos os participantes estão de pé, em forma circular.
2 – O animador faz a seguinte pergunta a seu colega da direita: “Você sabe como
faz o coelho?”.
3 – O colega da direita responde: “Não sei, como ele faz”.
4 – Então o animador diz: “Faz assim, e nisso levanta o braço até a altura da
cintura, e dobra as mãos para dentro, e fica nessa posição”.
5 – A seguir, a pessoa da direita do animador repete a pergunta e a resposta,
até que todos estejam com a posição dos braços levantados e as mãos para
dentro.
6 – Nisso volta a vez do animador, que conclui: “Já que ninguém sabe como faz o
coelhinho, eu também não sei”, e termina a brincadeira.
104 – ACERTEI?
1 – o ANIMADOR DESENHA NO QUADRO UM PORCO SEM RABO.
2 – Escolhe um voluntário a quem se vendam os olhos e compete a ele completar o
desenho do porco, desenhando com os olhos vendados o rabo.
3 – Várias pessoas podem tentar, e será vencedor quem souber completar o
desenho.